Skip to content

Da curadoria aos grandes suportes: por dentro da trajetória da music is blaah!

Fundada por Deeft em setembro de 2020, em meio às incertezas da pandemia, a music is blaah! construiu em menos de seis anos um catálogo que se aproxima do lançamento de número 126. Inicialmente apresentada como Blaah! Records, a gravadora encontrou no tech house o ponto de partida para desenvolver uma identidade que hoje reúne mais de 3 milhões de streams no Spotify, conquistas como Top 50 labels mais vendidas do gênero no Beatport e uma presença cada vez mais frequente nos sets de DJs internacionais.

Uma parte importante desse crescimento está na maneira como a curadoria permanece próxima de seu fundador. Deeft ainda ouve as demos e participa diretamente da escolha das faixas, priorizando produções que também fariam sentido dentro de seus próprios sets. O catálogo não segue uma única sonoridade, mas costuma se aproximar de grooves bem definidos, baterias percussivas, linhas de baixo potentes e músicas pensadas para funcionar na pista. Paralelamente, o investimento em identidade visual, conteúdo e redes sociais ajudou o selo a se comunicar melhor com artistas, público e profissionais do mercado.

Ao longo dessa trajetória, a music is blaah! recebeu trabalhos de Gabe, Freenzy, GREG 99, Ragie Ban, Paskman, Tim Baresko, NightFunk, Nicolau Marinho, Tough Art e produtores de diferentes partes do mundo. Somente em 2025, foram 47 lançamentos, incluindo “Shoop”, colaboração entre Damelo e NSJ que marcou o release de número 100 e terminou o ano como a faixa mais ouvida, vendida e presente por mais tempo nos charts da gravadora. “Last”, de Tough Art, destacou-se pelo número de Shazams, enquanto o EP 24K, de Freenzy, ganhou espaço nos rankings Hype.

‘Shoop’

‘24K’

Entre os projetos que ajudaram a ampliar esse catálogo, a série mensal CLOUDS tornou-se uma frente importante para a descoberta de artistas. Criada para reunir produtores em ascensão e nomes mais estabelecidos em uma mesma compilação, a série chegou ao décimo volume em menos de um ano e recebeu músicas de artistas de diferentes países. Seus lançamentos apareceram em sets de Manda Moor, Andruss, Deeper Purpose, Sirus Hood e Miguel Bastida, enquanto “Watching Me”, lançamento recente do argentino Miro, recebeu suportes de Prospa, Josh Baker, Cloonee e Jay De Lys, além de alcançar o Top 10 Hype: Tech House. A edição especial IBIZA CLOUDS, voltada ao verão europeu, também mostrou como a label acompanha os diferentes momentos do calendário internacional.

‘Watching Me’

‘IBIZA CLOUDS Vol. 1’

Esse crescimento já pode ser percebido para além dos números e das plataformas digitais. A music is blaah! participou de quatro edições do Amsterdam Dance Event, utilizando a conferência para criar novas conexões e aproximar seu catálogo de artistas, selos e profissionais de outros mercados. No Brasil, a inauguração de uma sede com escritório e dois estúdios permitiu reunir a equipe em um mesmo espaço, aproximando curadoria, conteúdo, planejamento e produção musical durante todas as etapas de cada lançamento.

Com o catálogo avançando, a próxima fase prevê novos eventos, showcases e projetos que aproximem música, moda e artes visuais. A intenção também é aumentar a presença da gravadora nos streamings e nas redes sociais, sem deixar de desenvolver artistas e buscar músicas capazes de circular entre o Brasil e outros mercados. 

Siga a gravadora no Instagram e acompanhe as próximas novidades.

It’s all about groove