Algumas noites ficam marcadas na história de uma cidade, e o próximo sábado (31) é uma delas. A Pedreira Paulo Leminski recebe um encontro que atravessa fronteiras. Do lado de lá, Solomun, um dos nomes mais influentes da música eletrônica mundial. Do lado de cá, Vintage Culture, o brasileiro que levou o seu som das pistas nacionais para os maiores palcos do planeta.
Quando dois artistas de trajetórias distintas, mas igualmente reverentes à pista, se encontram, o resultado deixa de ser a soma de duas identidades e passa a ser algo novo, moldado no improviso e na leitura coletiva do público. Os dois já dividiram programações internacionais, mas é em Curitiba que essa conexão ganha um capítulo inédito. Para quem acompanha a cena, a data já está no calendário. Para quem ainda está em dúvida, preparamos uma lista de argumentos para encerrar o assunto.
1. É um B2B inédito em Curitiba. Solomun e Vintage Culture dividem a Pedreira pela primeira vez na cidade e quando dois DJs desse nível ficam no mesmo palco, a cabine costuma render surpresa, ninguém precisa prometer nada, o clima de encontro já cria a chance de um set a quatro mãos histórico. Quem estiver lá vai poder dizer que viu isso acontecer, não existe replay, e quem não estiver lá vai ficar só com o relato dos amigos.
2. Solomun é gigante. O DJ e produtor bósnio-alemão carrega mais de 20 anos de estrada entre o House e o Techno melódico e é dono do selo Diynamic. Quando o assunto é e-music de nível mundial, o nome dele aparece rápido na conversa.
3. Os sets do Solomun são uma experiência: longos, imersivos e cheios de respiração, daqueles que te fazem esquecer o relógio e só lembrar de que não quer que acabe. Quem já viveu um sabe! Quem nunca viveu, esta é a chance perfeita.
4. O Brasil está representado à altura, Lukas Ruiz, o Vintage Culture, saiu das pistas nacionais e hoje ocupa os principais festivais e clubs do planeta. Vê-lo dividir a cabine de igual para igual com uma referência internacional, em Curitiba, é daquelas cenas que a gente conta depois com orgulho.
5. Dois nomes de Ibiza na mesma cabine. De um lado, as residências históricas de Solomun na ilha, do outro, a Affairs, selo de Vintage Culture que em 2026 estreou residência no Pacha Ibiza. É um pedaço de Ibiza passando pela Pedreira por algumas horas, sem passagem de avião.
6. O palco é a Ped
reira Paulo Leminski. Cercada pelos paredões de uma antiga pedreira, é um dos maiores cartões-postais culturais da cidade e um dos cenários mais icônicos da música eletrônica no país. O visual já é metade do show.
7. Vai do sol à lua. A programação vai das 14h à 01h, ao ar livre. A tarde começa sob o sol, atravessa o pôr do sol e termina sob a lua, enquanto o cenário muda diante dos seus olhos e a pista muda junto.
8. Cai no Halloween! O dia 31 é sábado e coincide com o Halloween, o que significa uma noite que já começa com clima de festa.
9. Curitiba é uma das duas únicas paradas dele no Brasil. Solomun passa pelo país em 2026 para apenas duas datas. A capital paranaense abre a passagem, e no dia seguinte, 1º de novembro, ele segue para o Parque Villa-Lobos, em São Paulo.
E o 10º motivo? Daqui a alguns dias, haverá duas categorias de pessoas em Curitiba: as que estiveram na Pedreira e as que ouviram falar. Os últimos ingressos estão na Ingresse, e “últimos” é uma palavra que não costuma esperar ninguém. Quem deixar para a última hora corre o risco de ficar do lado de fora, ouvindo o grave de longe. Escolha o seu lado, chame a turma e prepare o pé para dançar por horas.

Os últimos ingressos estão na Ingresse. O evento é neste sábado (28) e “últimos” é uma palavra que não costuma esperar ninguém, quem deixar para a última hora corre o risco de ficar do lado de fora, ouvindo o grave de longe.
Serviço
Evento: Solomun e Vintage Culture
Data: sábado, 31 de outubro de 2026
Horário: das 14h à 01h
Local: Pedreira Paulo Leminski, Rua João Gava, 970, Abranches, Curitiba (PR)
Ingressos: plataforma Ingresse (ingresse.com/solomun-curitiba-2026)
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